
A mulher como todos já sabem ficam mestruadas. A maioria tem o sangramento uma vez por mês. Quando atrasa já ficam preocupadas, esperam alguns dias e se ela não vem logo pensam – estou grávida. Algumas só passam por um susto, outras realmente recebem a visita da cegonha.
Algumas mulheres festejam o bebê que vai chegar. Mas uma coisa sempre as preocupam, o medo de engordar e o aparecimento de estrias. Essas coisas são praticamente inevitáveis. A estria pode ser evitada caso a futura mamãe passe muito óleo no corpo, beba bastante liquido e coma gelatina para aumentar a elasticidade da pele e evitar as indesejáveis estrias.
Já os quilinhos a mais são inevitáveis. Mas, para evitar o susto na hora de subir na balança, é necessário seguir uma dieta balanceada para garantir a saúde e mais comodidade. A elaboração da dieta varia de acordo com a paciente, mas o peso encontrado no início da gravidez deve ser levado em consideração pelo especialista. Se a paciente engravidou dentro do peso normal, a média é que ela engorde de nove a doze quilos. Mas, se já estava acima do peso, a dieta deve ser mais rigorosa.
De certa forma ganhar uns quilinhos pode ser “sinônimo” de gravidez saudável. Se a gestante ganhar poucos quilos e não sofrer nenhuma alteração de peso pode ser sintoma de algum problema como anemia e deve procurar ajuda de um especialista.
Além da alimentação balanceada, a gestante deve fazer atividade física e acompanhamento pré-natal que é indispensável para uma gravidez saudável tanto para a futura mamãe quanto para o bebê.
Falando em pré-natal vale lembrar que os exames são oferecidos gratuitamente na rede de saúde pública e são fundamentais. A Organização Mundial da Saúde classifica a assistência pré-natal como um conjunto de cuidados médicos, nutricionais, psicológicos e sociais, para proteger a mãe e o bebê durante a gravidez, parto e pós-parto. A finalidade é diminuir os riscos de morte das mães e dos recém-nascidos.
CURIOSIDADES:
Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas, com mais de novecentas grávidas, constatou que a mudança nos níveis de hormônios pode ter influência nas crises de enxaqueca durante a gravidez. Sessenta e três por cento delas tiveram menos dores de cabeça na gravidez ou até mesmo ficaram livres da enxaqueca, principalmente no terceiro mês de gestação. Isso acontece pelo fato de que os níveis de hormônio, principalmente, estrogênio, ficam estáveis e, a mulher deixa de ter dor de cabeça. Então, na gravidez, que a mulher vai tendo níveis cada vez mais altos de estrogênio, chega a cem vezes mais alto no terceiro trimestre, ela fica completamente livre, ela fica num estado favorecedor para não ter dor de cabeça.
Viste http://bebes.kazulo.pt/ este site para saber mais coisas sobre a gravidez e assista também o vídeo no http://bebes.kazulo.pt/2740/exercicios-pre-parto-para-gravidas---video.htm que fala sobre exercicios de pré-parto para grávidas.









